O que pouca gente sabe é que a ausência de fome é comum e até esperada entre os baixinhos de 1 a 5 anos de idade. “É claro que os pais devem ficar atentos e procurar um especialista se o filho ‘pular’ frequentemente as refeições e ficar apático, com déficit de crescimento ou problemas de saúde. Agora, se o pequeno estiver bem disposto e ativo, não há por que se preocupar se ele recusar uma ou outra refeição”, tranquiliza a nutricionista Lara Natacci, da Nutrivitta Assessoria Nutricional, em São Paulo.

Outra coisa a observar: por trás da falta de apetite pode estar uma agitação (daí os especialistas recomendarem acalmar o filho uma hora antes do almoço), belisquetes entre as refeições, uma forma de chamar a atenção dos pais ou uma doença. “Às vezes, a própria diminuição natural do crescimento, que acontece perto dos dois anos, pode interferir na fome, já que há menor necessidade de energia”, completa a nutricionista Elaine Pádua, do Ambulatório de Saúde do Adolescente do Hospital das Clínicas de São Paulo.
Regra número 1 : quando o filho faz cara feia na hora das refeições, não force nem castigue. “Isso só vai deixá-lo ressentido e minar o prazer dele em se alimentar”. 
Regra número 2 : nunca ofereça a sobremesa como recompensa. “Assim, a criança vai entender que precisa comer ‘aquela refeição horrível’ para ganhar um alimento maravilhoso, geralmente um doce gorduroso”.

Estas estratégias funcionam!
- Ofereça alimentos coloridos e de forma atraente.
- Corte a carne, a fruta e o queijo em tirinhas para que a criança coma com a mão.
- A aceitação de legumes e vegetais é melhor se forem levemente cozidos.
- Use pratos, copos e talheres próprios para crianças.
- Propicie um ambiente tranquilo na hora da comida, sem tevê ligada ou qualquer distração.
- Fixe horários para as refeições.
- Incentive seu filho a escolher os alimentos na feira, explique para que servem e peça ajuda no preparo.


“Amor é a única coisa que nunca se acabará...As mães nos ensinam isso”- Pam Brown

Iniciada a gestação, o organismo materno sofre mudanças adaptativas, é a
preparação para a formação e o desenvolvimento do bebê, e depois para o parto.
Aí a vaidade da mulher fica ameaçada pelo ganho de peso e eventuais estrias que
possam aparecer. O quê fazer?
Na fase de planejamento da gestação comece  seu preparo físico. Se você está acima do
peso perca alguns quilinhos, o que lhe dará margem para ganho durante a gestação. Até
quanto de peso é normal ganhar? O ideal fica na margem de até 1,2 Kg por mês.
Assim, você previne o ganho excessivo de peso e, por tabela, as estrias, a elevação da
pressão arterial, fica livre da pré-eclampsia e eclampsia e do diabetes gestacional.
Outros benefícios do ganho moderado de peso: seu bebê não fica muito gordo, não se
 tornando  macrossômico (bebê grande para a idade gestacional dele), favorecendo o
 parto  normal. Quer ainda outra notícia boa? Ganhando menos quilos, seu corpo
 voltará ao que estava antes da gravidez bem mais rápido. Ou seja, ganhar menos
 peso na gravidez é só vantagens.



Perigos de acidente, chão "sujo" com possibilidade de contágio de doenças, somado à maior demanda de atenção dos pais, vovós ou babás. Isso tudo está fazendo com que o engatinhar fique para trás. As crianças de hoje estão engatinhando menos do que as crianças de antigamente. O que é um retrocesso.

E para aumentar essa estatística nada boa, existem hoje no mercado várias cadeirinhas, cadeirões, chiqueirinhos, bebê conforto e carrinhos que deixam as crianças sentadas, enquanto os pais podem fazer o que quiser, pois o pimpolho estará lá, sempre sentadinho.

Agora o problema: Sally Blythe, especialista em desenvolvimento infantil, coordenou um estudo em que relacionou a falta de engatinhar com dificuldades em aprender a ler e escrever.

A especialista estudou 70 crianças de 8 a 10 anos divididas em dois grupos, um com crianças apresentando dificuldades na leitura e escrita, e o outro sem queixas no aprendizado.

Ao fim do estudo, percebeu uma diferença significativa: as crianças que não engatinharam ou engatinharam menos também andaram mais tarde e eram as crianças do grupo que apresentavam dificuldades no aprendizado.

Mas qual relação entre engatinhar e aprender outras questões necessárias? De uma maneira sucinta, o engatinhar representa um marco no desenvolvimento da criança e é um exercício motor importante.

A tentativa de “balançar o esqueleto”, mesmo que desordenadamente, estimula a coordenação visual para os movimentos que mais tarde a criança vai usar para ler e escrever, explica Sally.

Deixe o bebê “se virar” - Engatinhando a criança desloca os olhos similarmente ao momento de leitura e escrita. Dessa forma, o bebê é estimulado a construir novas ligações neurológicas envolvidas nessas funções, ajudando mais tarde na escola.

O uso excessivo dos artigos modernos que auxiliam os pais a tomar conta dos bebês são um dos vilões do engatinhar. Eles deixam a criança sentadinha impedindo que se movimentem e brinquem livremente com o corpo.

No chão, a criança aumenta o seu campo de visão e o seu equilíbrio, sendo mais fácil descobrir o mundo. Aprende a ter noção de espaço e distância. É uma ação ativa e não passiva como as crianças que ficam nas cadeirinhas. Além de tudo, ajuda alinhar a coluna, preparando a criança para ficar em pé e andar.

Precisamos saber também que o não engatinhar não é fator determinante para que a criança tenha dificuldades na escola. "Alguns bebês que não engatinharam acabam não tendo problemas, enquanto alguns que engatinharam poderão apresentar dificuldades", afirma a especialista.

Dicas

Pense na seguinte situação: seu bebê está em uma cadeirinha de rodinha e deixa cair um brinquedo no chão. Ele não terá a mínima chance de pegar o objeto, pois está preso. Ficará totalmente dependente, à espera de alguém para pegar o brinquedo. Péssimo para quem está na fase de descobrimento da vida e aprendizado.

Deixe brinquedos de diferentes cores, texturas e materiais no chão ao lado do seu bebê para que descubra as diferenças.

Não se preocupe se seu bebê não engatinhar. Cada bebê se desenvolve de maneiras diferentes e muitos não passam pela fase do engatinhar, mas precisamos estimulá-los.

Por: Bruno Rodrigues
Fonte: Guia do bebê
Retirado do blog saudedamulher.net

                                                                       
Cuia!
Para onde ?
Não sabemos!
Podemos !
Queremos!
Vá para o futuro,
Com suas raízes,
Seus rios e riachos outrora caudalosos,
Hoje, criadouros de larvas de pernilongos e Aedes,
Suas avenidas sui generis,
Paisagem lunar,
Crateras;
Ervas daninhas,
Que roubam nosso bem estar,
Quem dera
Nova era
Brotar
Esperança
Que teima em continuar
Viver
Iluminar
Amar
Cuia
Com sua nova gente
Novas mentes
Esperanças renovadas
Nova era
Que será!
                                           (autoria: cuiabano João Félix)
Em respeito a você aderi hoje ao movimento pelo fortalecimento da categoria médica, pela melhoria dos planos de saúde e suspendi minhas atividades  nesta quinta, 07 de abril. Acredito que somente  com união e reflexão conseguimos melhorar a realidade, oferecendo condições melhores de atendimento, o que, necessariamente, passa pela valorização médica. Voltamos às atividades normais no consultório a partir da segunda-feira. Grato pela compreensão. João Félix.
Fonte: etsy
 "No final das contas, tudo o que você tem é  a si mesmo"- Pablo Picasso


fonte: http://www.cuiabakids.com.br/

Cada vez mais as mulheres conquistam o mercado de trabalho e adiam a gravidez por causa de suas carreiras. E mesmo quando decidem que já é hora do bebê chegar, as dúvidas de qual é a melhor forma de conciliar o trabalho com a amamentação são inevitáveis. Afinal a amamentação é uma das etapas mais importantes para o desenvolvimento do bebê e também para mãe, além de constituir um importante momento de fortalecer o vínculo entre mãe e filho.
Segundo a médica pediatra,Coach Perinatal e Consultora Internacional de Amamentação – IBLCE/USA Luciana Herrero, o ideal é que a mãe consiga amamentar a criança até os seis meses de idade. Este é o objetivo da representante comercial Sabrina Vanzo Beleza. Aos 35 anos ela está grávida de seis meses de sua primeira filha e pretende conciliar o trabalho com a amamentação. "Quero muito que a minha filha continue se alimentando com leite materno mesmo quando eu voltar a trabalhar. Acho importante pra ela e pra mim também", diz. Sabrina afirma ainda que irá, além de tirar o leite e deixar para alimentar a pequena Gabriela, sair pelo menos uma vez ao dia do trabalho para amamentar pessoalmente.
Alimentar o bebê com leite materno beneficia a criança em diversos aspectos como, por exemplo, colabora com a formação do sistema imunológico, previne alergias, obesidade, intolerância ao glúten, entre outros. Para a mãe o ato de amamentar reduz a incidência de câncer de mama, ajuda a perder os quilos extras adquiridos na gravidez, reduz a incidência de diabetes pós-gestacional e protege a mulher contra a osteoporose.
"O ideal é que essas futuras mamães tenham ainda durante a gestação uma preparação completa e buscar conhecimento que favoreça o sucesso da amamentação tais como a preparação da mama desde a gestação", diz a dra. Luciana. A especialista afirma que aprender a posição correta que o bebê e a mamãe devem ficar durante a amamentação e as formas de estimular a produção de leite são essenciais para que o processo seja prazeroso para ambos.
Ela também explica que problemas como "empedramento" do leite, bico do seio rachado e recusa do bebê podem ser evitados facilmente com orientação correta. "A mãe e a família devem buscar orientação para que todos se envolvam no processo de amamentação para garantir a saúde do bebê e da própria mãe. Toda mulher produz leite mas essa produção deve ser estimulada corretamente para que se mantenha", explica Dra. Luciana Herrero.
De acordo com a especialista, a mãe que não pode, ou não conseguiu por alguma dificuldade amamentar pode buscar alternativas para garantir que bebê se sinta acolhido e amado. "O leite materno pode ser congelado e posteriormente aquecido em banho-maria sem perder as suas propriedades", explica. Assim, o leite materno pode ser oferecido ao bebê na ausência da mãe, por quem está cuidando do bebê.


                                                                     Foto: alicebgardens (etsy)

"Não há caminho para a paz. A paz é o caminho"- Gandhi