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Rafaela nasceu, trouxe vida e luz e alegria para o casal de amigos meus, conta Guilhermina. Então fiquei louca por ter um filho. Sonhava acordada, pensando como seria seu rostinho. Então eu e meu marido conversamos e decidimos ter um filho. Aí pintou a dúvida: Até quanto tempo esperar para ficar grávida é normal? Será que sou estéril?  Minha resposta é: “Guilhermina, se você está tendo ciclos normais e percebe sua ovulação,  vai ficar grávida logo.
Segundo a literatura médica, 60 a 80% das mulheres ficam grávidas até sexto meses após a interrupção do anticoncepcional. Portanto, se você não ficou nos primeiros meses,  ainda é normal. Pesquisas mostraram que 90% dos casais que conseguiram uma gravidez foi no primeiro ano. Poucos casais vão necessitar de investigação.
Os casais que não conseguiram  a gestação nos primeiros meses ainda podem  aguardar pelo menos completar o primeiro ano da parada do anticoncepcional para iniciar os exames médicos para investigar a provável causa. Por definição médica, esterilidade conjugal é caracterizada quando após dois anos de relações sexuais sem nenhuma proteção a mulher não ficou grávida ou não levou a gestação até o final.  Portanto,  você Guilhermina,  ainda não poderá ser considerada estéril, até que se transcorra esse tempo.



De receitas caseiras a cremes caros, Livro Secreto de Beleza das Divas de Hollywood revela como as estrelas se mantêm jovens e belas

Como as artistas de Hollywood conseguem ficar sempre lindas? O que fazem para que seus cabelos sejam brilhantes e sedosos? E para ter uma pele de porcelana? Como é possível alguém manter a aparência perfeita por tanto tempo? Estas são algumas questões que povoam a cabeça das mulheres e para apresentar as respostas, Kym Douglas e Cindy Pearlman escreveram O Livro Secreto de Beleza das Divas de Hollywood, que acaba de chegar ao Brasil através da editora Larousse.

“Em nosso trabalho diário, tivemos muitas oportunidades de dissecar “as garotas populares de Hollywood”. Para nosso profundo espanto, elas não eram nem um pouco arrogantes. Examinamos, analisamos, investigamos e inspecionamos tudo o que “elas” faziam para ter aquela aparência tão perfeita”, afirmam as autoras e jornalistas que já haviam revelado os segredos da boa forma das estrelas em O Livro Secreto de Dieta das Divas de Hollywood – recentemente publicado pela editora Larousse.

Determinadas em desvendar todos os mistérios das belas que desfilam pelos tapetes vermelhos, Kym e Cindy entrevistaram beldades como Jennifer Aniston, Jessica Biel, Paris Hilton e profissionais responsáveis pela beleza de mulheres como Nicole Kidman, Halle Berry, Madonna, Katie Holmes, Drew Barrymore, entre outras. Assim, descobriram como elas tratam os cabelos, cuidam da pele, combatem a celulite, previnem as rugas, fazem a maquiagem, quais são os produtos que não abrem mão e muito mais.

Como era de se esperar as estrelas usam cremes caros para cuidar da aparência, mas o O Livro Secreto de Beleza das Divas de Hollywooddemonstra que, assim como as mulheres que estão atrás dos holofotes, o segredo da beleza muitas vezes está na dispensa de casa. Sim, as divas também confiam em receitas caseiras para se cuidar!

Clara de ovo, cola, chás, batata, gelo, açúcar e até o creme dental está na lista dos “ingredientes secretos” e as receitas para preparar as mascaras caseiras recheiam as páginas deste livro. Afinal, se Tyra Banks pode passar borra de café nas nádegas e coxas para combater a celulite, por que não fazer o mesmo?

De forma bem humorada, o O Livro Secreto de Beleza das Divas de Hollywood traz os melhores conselhos que Kym e Cindy receberam de algumas das mulheres mais bonitas do mundo – e dos profissionais que cuidam delas - e revela os segredos destas deusas da beleza.

Ficha Técnica:
O livro secreto de beleza das divas de Hollywood
Autoras: Kym Douglas e Cindy Pearlman
Tradução: Alexandre Martins
Número de páginas: 256
Preço sugerido: R$34,90

"As três coisas mais importantes: algo para fazer, alguém para amar e algo para esperar"- Allan Chalmers
               
                                                                                                                       foto: fotosbykaren (etsy)


Fonte: www.plenamulher.com.br
Katia Horpaczky - katia@rodadavida.com.br


A Tristeza é uma emoção natural decorrente de uma perda ou mesmo de uma decepção. Ela também pode provir de um fracasso, um luto ou até mesmo de uma mudança de casa ou de trabalho, qualquer situação que desperte em nós o sentimento de não ser amado.

As variações da tristeza são: nostalgia, desencorajamento, consternação e desespero.

O infortúnio é provocado pela necessidade de submissão a um constrangimento inelutável, muito semelhante à reação ao luto, uma vez que nada pode ser mudado neste caso. Impotentes diante da adversidade, o único recurso que nos resta é chorar, ficar com o coração apertado. O desejo de “não existir mais” é comum em um momento como este. É preciso destacar, no entanto, que tristeza não é o mesmo que depressão, já que esta última marca o fracasso do luto, enquanto a tristeza é uma etapa que assinala o fim do luto.

Observe que a tristeza permite, ao mesmo tempo, que a pessoa progrida em direção à aceitação da realidade, bem como reencontrar-se para que possa reconstruir sua própria identidade. Neste momento, o indivíduo dirige sua energia para seu interior, valendo permitir-se ser egoísta, ou melhor, egotista, já que se preocupar com ele mesmo e suas necessidades fazem parte do processo.

É preciso deixar os outros se divertirem, não procure segui-los. Talvez esse não seja o momento para você se expor muito, uma vez que há uma etapa de repouso necessária à reconstrução. Um período de tristeza é justamente um momento de desinvestimento no exterior e de investimento em si mesmo.

Nesta hora, o mais eficaz é encontrar uma pessoa querida e de confiança para chorar em seus braços e receber o que ela tenha a lhe oferecer. Isto é importante para a pessoa sentir-se compreendida em seu sofrimento e amparada. O reconhecimento e a aceitação evitam, por sua vez, que o indivíduo se desvalorize ou volte-se contra suas emoções.

Desta forma, apesar do natural “cansaço” que uma tristeza naturalmente gere, você tende a se sentir mais consolado do que vazio, mais protegido, menos vulnerável, mais preparado para lidar com suas emoções. E lembre-se: até mesmo a tristeza profunda está sujeita ao raio de um luminoso riso.

Depressão Branca: a depressão silenciosa

Paradoxalmente, uma verdadeira depressão pode passar despercebida. O sentimento de desespero pode se dissimular sob um sintoma físico, pela absorção pelo trabalho ou dependência conjugal.

Neste caso, a depressão vem e se instala, tornando-se parte integrante do nosso ser. Não a vemos nem a sentimos, mas ela está lá. É a chamada “depressão branca”, em oposição à depressão “barulhenta”, chamada ainda de “depressão nervosa” na linguagem comum.

Como reconhecê-la? Fisicamente, o rosto fica pouco expressivo, deserto de emoções tanto positivas como negativas. Além disto, este tipo de depressão bloqueia todo tipo de relações. Seu pensamento é chamado operatório, ou seja, concreto e sobretudo útil, pois pode-se ficar absorvido nas tarefas intelectuais mais complexas, resolvê-las, mas não se é levado pelo sonho, pela criatividade. O imaginário fica estagnado, opaco. Assim, as atividades são executadas mecanicamente, sem grande motivação e empenho.


O Diagnóstico da Depressão

Segundo o DSM IV (Manuel diagnostique et statistique des troubles mentaux), é necessário pelo menos apresentar cinco sintomas dos citados na seqüência - quase todos no mínimo por duas semanas - para a depressão ser diagnosticada:

Ø Humor triste, depressivo, que persiste durante todo o dia, por muitos dias;

Ø Perda de apetite, bulimia ou modificação significativa do peso;

Ø Insônia ou excesso de sono, despertares noturnos ou precoces;

Ø Agitação ou lentidão psicomotora;

Ø Perda de interesse ou de prazer pelas atividades habituais, além de baixa atividade sexual;

Ø Perda de energia, fadiga;

Ø Sentimento de indignidade, auto-acusação, culpabilidade excessiva e/ou desapropriada, pessimismo, tendência a ver tudo negativamente, desvalorização;

Ø Diminuição da aptidão para pensar ou se concentrar;

ØPensamentos de morte, idéias suicidas.

                                                     A meninada que aparece neste blog adora acompanhar os pais no chimarrão ou tereré. Agora é vez do papai Belotti iniciar Lisânia. Veja que gracinha.
"Os braços da mãe são feitos de carinho e seu sono abençoa a criança que eles embalam”- Victor Hugo
                                                                                                  Foto: Rildo Amorim
Fonte: www.plenamulher.com.br

Páscoa é sinônimo de tentação para muitos. O excesso de chocolate nesta época do ano é a grande preocupação para quem está de dieta ou pretende manter peso. Segundo Dr. Mohamad Barakat, nutrólogo, o doce é totalmente permitido se algumas orientações forem seguidas.

“O cacau é rico em fitoquímicos fenólicos (polifenóis), especialmente de flavonóides, potentes antioxidantes que protegem o organismo contra os radicais livres (moléculas reativas, produzidas pela oxidação biológica, que danificam os tecidos humanos). Ainda possui cafeína, tiramina e teobromina, estimulantes que melhoram o funcionamento do cérebro, aprimorando o raciocínio”. ele explica.

Para quem não quer abrir mão do chocolate, o especialista recomenda o consumo da versão com 70% de cacau por apresentar o dobro da capacidade antioxidante do chocolate tradicional, não conter leite e possuir uma menor quantidade de açúcar. “Além do mais, reduz a oxidação do LDL, colesterol ruim, evitando que se deposite na parede dos vasos sanguíneos”. 

O “pior” chocolate é o branco, por nem usar a massa de cacau e ter em sua composição a manteiga de cacau, açúcar e leite. Ou seja, não tem antioxidantes e é mais calórico. 

“Nesta época do ano, o chocolate é uma forma de aproximação. Só o valor emocional da troca, já contribui para o bem-estar da pessoa. Aproveite com consciência. Opte pelo amargo, com a maior concentração de cacau possível e ingira com moderação, uma porção de chocolate (30g) a cada três dias (até 6.7g por dia) e 14 g para crianças de até três anos de idade. Acima dessa dose, os efeitos são mais discretos”, finaliza Barakat.

Dr. Mohamad Barakat médico, nutrólogo e fundador do Instituto de Medicina Integrada, Health4Life


                                                                                       Foto: liam parkinson (etsy)

"Não quero ter a terrível limitação de quem vive apenas do que é passível de fazer sentido. Eu não! Quero uma verdade inventada." - Clarice Lispector

 Aqui no blog já falei sobre o assunto “será que posso ter filho”? Hoje, nossa conversa prossegue e o tema central é o preparo para a gestação. Quais problemas podem prejudicar e dificultar uma gravidez?
Vamos lá. Preparando para a gestação, confira passos importantes:
Planejar a gravidez. Ter em mente com muita clareza quando não ter, já que idade avançada significa maior risco, e quando ter. É importante se atentar para os detalhes da estrutura familiar e as condições de moradia, acesso a creches, hoteizinhos, escolas, serviços médicos e hospitalares.
Tomar acido fólico desde antes da interrupção do anticoncepcional – três meses antes -  até o terceiro mês de gestação. Esse medicamento previne defeitos na formação neurológica do bebê.
Fazer uma avaliação clínica e ginecológica com o objetivo de avaliar seu estado de saúde geral.  Mulheres com doenças crônicas como diabetes, hipertensão e epilepsia devem buscar o controle da doença previamente e avaliar se as medicações usadas não representam riscos para a gestação. Avaliar a necessidade ou não de trocar esses remédios por alternativas mais seguras para esta fase e que não representem riscos de malformação fetal.
Pacientes que tiveram perdas gestacionais previamente devem fazer uma investigação para tentar corrigir algumas causas do problema, antes da futura gestação.
Para as mulheres que fumam ou bebem, o ideal é buscar o controle e suspensão de tais hábitos antes da gravidez.
É importante ainda avaliar as imunizações para rubéola, tétano, hepatites, coqueluche, varicela, sarampo, e outras doenças passíveis de imunização antes da gestação. Avaliar o histórico familiar para doenças de caráter hereditário, como anemia falciforme, fibrose cística e outras doenças genéticas também é outra dica fundamental. Depois, é só curtir essa fase interessante e rica,  a gravidez.

                                                             Nádia Mastella, amiga do Blog Pérola, aguarda Luísa para este mês de abril. Ela fez tudo nos conformes, se preparou psicologicamente e fisicamente. Resultado: felicidade plena.